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Faça o ROI acontecer: como levar a gestão de ativos do modo emergencial para o cenário "zero paradas não planejadas"

Uma das primeiras etapas que a Pragma adota com um novo cliente é conduzir uma completa avaliação da maturidade de sua gestão de ativos. Isso ajuda a determinar como a maturidade e as práticas da gestão de ativos físicos do cliente se comparam às melhores práticas globais. Os resultados desse exercício são usados para desenvolver, de forma personalizada, uma estratégia, uma política, um cartão de pontuação e um plano de implementação de gestão de ativos em colaboração com o cliente.

A estrutura de avaliação é totalmente alinhada ao novo padrão ISO 55000 para a gestão de ativos e aos 39 temas do Fórum Global de Manutenção e Gestão de Ativos.

"Muitas vezes, os clientes entram em contato com a Pragma pela primeira vez quando estão enfrentando problemas com os ativos existentes. É possível que eles não estejam obtendo a produtividade ou o rendimento desejados em suas plantas ou equipamentos, e frequentemente apresentam despesas de manutenção excessivamente altas", diz o Diretor Administrativo da Pragma Attie Nieuwoudt.

Esses desafios podem apresentar às empresas a oportunidade de otimizar seus ativos físicos e economizar dinheiro, ao mesmo tempo em que aumentam a produtividade e a segurança. Tais economias não estão necessariamente vinculadas a uma redução dos custos de manutenção existentes.

"Nossa abordagem é otimizar os ativos de forma holística. Para tanto, procuramos equilibrar três elementos ao longo da vida útil de cada ativo", afirma ele.

Primeiramente, Attie destaca que é fundamental dar um passo atrás e enfatiza que a Pragma busca economias nos custos de manutenção ao longo de todo o ciclo de vida de um ativo. A etapa dois é enfocar a otimização da capacidade de produção para garantir que os clientes obtenham todo o valor dos investimentos vinculados a plantas e equipamentos. Em terceiro lugar, partindo da perspectiva dos riscos, a segurança desempenha uma função importante e precisa ser levada em consideração.

"Temos de garantir que não estamos economizando dinheiro à custa da segurança e devemos minimizar o máximo possível as chances de possíveis lesões, morte ou riscos ambientais. O dano à reputação e os custos associados a tais incidentes superam de longe o custo de táticas de manutenção apropriadas", defende Attie.

Ele enfatiza que, uma vez que o cliente detém o controle básico de seus ativos físicos, surgirão mais oportunidades de reduzir riscos e aumentar a produtividade de cada novo ativo comprado. Quando essas oportunidades aparecem, as empresas são frequentemente tentadas a comprar equipamentos com o menor custo inicial. No entanto, Attie recomenda concentrar-se no custo total do ativo ao longo de todo o seu ciclo de vida, bem como na produtividade que ele trará e nos registros de segurança que ele oferece.

"Essa é a única forma de garantir o retorno sobre investimento que você deseja. Quando você compra um ativo com uma expectativa de vida útil de 30 anos, o custo operacional e de manutenção dele pode compensar sua economia inicial dentro dos primeiros 5 anos", afirma Attie.

Recentemente, um cliente pediu que a Pragma desenvolvesse um modelo de custeio do ciclo de vida para sua frota, a fim de otimizar o processo de tomada de decisões sobre a substituição de ativos. Após comparar as práticas do cliente às melhores práticas internacionais de manutenção de frota, implementar um sistema de Gestão de Ativos de acordo com os padrões ISO 55000 e desenvolver um plano de sete anos para a substituição de ativos, de modo alinhado à estrutura de GA da empresa, a intervenção da Pragma possibilitou ao seu cliente uma economia de:

  • 741.000,00 rands em decisões de custos de grandes reparos no ano financeiro de 2014-2015;
  • 492.644,00 rands em decisões excepcionais de modificação;
  • 2.121.737,00 rands em decisões excepcionais de substituição de veículos;
  • Uma estimativa de 362.152,52 rands em custos de reparos e manutenção.

De acordo com o modelo de custeio do ciclo de vida do ativo, a economia estimada resultará em 5.187.000,00 rands nos custos de grandes reparos para os próximos sete anos, até 2022.

Attie afirma que o custo total do ciclo de vida de um ativo inclui um punhado de elementos que precisam estar em equilíbrio. Muitas vezes, esses elementos incluem o registro de manutenção do equipamento ao longo de sua vida útil e a quantidade de paradas previstas desde que a manutenção seja gerenciada corretamente, o custo de peças, incluindo o possível impacto de flutuações cambiais, a disponibilidade de peças e o nível de estoque que precisa ser mantido a fim de assegurar o tempo de operação.

"Muito frequentemente, os ativos com menor preço inicial podem ter um custo de substituição de peças muito superior ao do equipamento concorrente. Por isso, executamos simulações que incluem o custo inicial do ativo e o custo de manter esse ativo na condição de novo e operando no seu ótimo", declara Attie.

Outro elemento que deve ser levado em consideração são longos prazos de entrega na substituição de peças. Quando ativos críticos de um fabricante param por longos períodos, isso pode afetar toda uma instalação e resultar na insatisfação do cliente ou na perda de pedidos.

"Se uma parada não for planejada, pode ser necessário limpar todo o equipamento. Como resultado, o cliente perderá a matéria prima que estava sendo processada no momento da parada, somando despesas adicionais além dos custos de manutenção não planejados", acrescenta Attie.

"Queremos levar os clientes a um cenário de 'zero paradas não planejadas'. Se a parada do ativo por planejada, a preparação poderá ocorrer antecipadamente. As peças de reposição podem ser solicitadas com antecedência e permanecer em espera, juntamente com os recursos necessários para executar o serviço com eficiência. Antes de parar a planta, asseguramos que todo o produto esteja fora de processamento e que a parada custará o mínimo possível", explica Attie.

De acordo com uma pesquisa publicada pela P&S Market Research, uma empresa global de pesquisa de mercado e consultoria, as tecnologias de gestão de ativos estão desempenhando um papel crucial para a produção industrial em operações multiorganizacionais, o que também minimiza o custo operacional para as organizações.

As indústrias que contam muito com ativos físicos podem usar sistemas de gestão de ativos corporativos (EAMS) em uma diversificada gama de aplicações. Isso inclui a facilitação de planejamento e agendamento de manutenção, de trabalho de campo por meio de soluções de software, a otimização de peças de reposição e o controle de inventário, para mencionar apenas algumas.