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Gestão de Ativos e Ciclo de Vida de Produtos

Abrangendo as diferentes fases do ciclo de vida de um produto, do projeto ao descarte, o Ciclo de Vida do Produto é geralmente compreendido desde o marketing, por meio de uma série de processos que incluem, em primeiro lugar, sua concepção e desenvolvimento, depois sua introdução no mercado e mais tarde o processo de evolução que leva o produto a amadurecer e, posteriormente, a entrar em processo de decadência e descarte. Porém, essas fases não necessariamente ocorrem e, por outro lado, os tempos de cada uma variam segundo cada caso. Para o ciclo de vida de alguns produtos, os especialistas em marketing desenvolveram estratégias bem-sucedidas que permitiram protelar ou deter completamente a evolução do produto antes de chegar à sua decadência. A administração do ciclo mencionado é conhecida em termos técnicos como a gestão do ciclo de vida de um produto. A gestão do ciclo de vida do produto, compreende estratégias dirigidas a recolher, administrar, difundir e aplicar informações relevantes sobre os bens e serviços de uma empresa, desde o projeto/criação, introdução desses produtos no mercado, até seu descarte sustentável.

Para automatizar as informações e os processos vinculados à administração do ciclo de vida dos produtos, as corporações dos mais diversos setores, fazem uso de sistemas de gestão e metodologias com simulações matemáticas, que aceleram as tarefas da Gestão do Ciclo de Vida do Produto facilitam as análises e a detecção de falhas, as empresas podem conectar e envolver todos os departamentos, incluindo marketing e vendas, planejamento, fornecimento, manutenção, operações e processos produtivos.

Gestão do Relacionamento com Parceiros

A Gestão do Relacionamento com parceiros e ou fornecedores inclui os processos relacionados com as atividades de compra de uma empresa, tanto de matérias-primas como de bens para consumo interno, fornecimento ou bens que integrarão o estoque, entre outros.

Para alcançar uma rentabilidade sustentável, as diferentes empresas tomaram consciência das vantagens que traz a otimização da cadeia e dos processos de fornecimento. Uma correta gestão das despesas com fornecedores, que consiga reduzir os custos dos bens e dos serviços adquiridos, facilitará o aumento da rentabilidade e consequentemente seu Ebtida.

Gestão de Ativos Produtivos

A gestão de ativos compreende as estratégias das corporações para potencializar seus benefícios, a partir de uma diminuição nos custos dos serviços e dos consertos, como também de otimização do tempo de funcionamento e de inatividade das máquinas e dos equipamentos(ativos) obtendo assim um aumento na produtividade, competitividade e um maior retorno dos investimentos.

Para melhorar a “performance” de seus ativos, as empresas lançam mão de sistemas de gestão que facilitam o processamento e a análise das informações, com metodologias americanas, japonesas, europeias e sul africanas, já disponíveis na América Latina como: TPM, AMIP, ACC, RCM, RAM, HAZOP, HAZID, SIX SIGMA, LEAN MANUFACTURING, MONTE CARLO...

A Gestão do Risco Corporativo

A gestão do risco envolve a disponibilização dos meios necessários para reconhecer ameaças que uma empresa possa enfrentar, bem como a avaliação dessas ameaças e o desenvolvimento de estratégias para superar ou diminuir o impacto apresentado.

Há vários tipos de riscos aos quais as empresas estão usualmente expostas, como os de origem financeira, legal, humana, tecnológica ou de meio ambiente, e outros. Os sistemas de gestão do risco procuram, particularmente, criar valor para a companhia por meio de instrumentos que permitam enfrentar os meandros dos mercados com o menor prejuízo possível para a cadeia que inclui o relacionamento com fornecedores, a gestão de clientes e gestão eficiente de seus ativos produtivos, entre outros.

O Capital Humano

A Gestão do Capital Humano se refere à coordenação dos recursos empresariais, fundamentalmente no que diz respeito aos recursos humanos e aos objetivos, procurando obter uma competitividade mais eficaz. Esse conceito representa uma evolução importante da ideia tradicional dos recursos humanos, passando para um programa completo que procura maximizar a potencialidade dos colaboradores, como também sua integração aos processos e estratégias corporativas. Da mesma forma, reconhece os cenários que se modificam devido à alta velocidade na rotação de pessoal e também a necessidade dos profissionais de RH de alinhar os objetivos dos trabalhadores de forma mensurável. Com esse fim, as empresas utilizam os sistemas de gestão do capital humano para facilitar a automatização dos processos e a centralização das informações.

As Pequenas e Médias Corporações

As pequenas e médias empresas constituem um fator-chave na economia de muitos países, principalmente nos países em desenvolvimento como os BRIC, mas esse tipo de corporação também está exposto aos riscos inerentes à inexperiência e à falta de liquidez para superar os obstáculos com rapidez e sucesso. No entanto, o seu tamanho limitado permite a esse tipo de empresa mudar e evoluir com maior agilidade, já que não suporta o peso de grandes estruturas. Assim, a reação aos novos cenários que o mercado apresenta é mais rápida, colocando-as inclusive em situação favorável para alcançar posições de modernidade na gestão de seus ativos e processos.

Contudo, em muitas ocasiões, as pequenas e médias empresas não possuem ferramentas de gestão ou soluções empresariais que lhes deem dados confiáveis no momento de tomar decisões, e isso as leva muitas vezes ao fracasso. As pequenas e médias empresas modernas nascidas nos últimos 20 anos, já assimilam o valor de possuir informações em matéria de relacionamento com fornecedores, gestão de clientes, gestão eficaz de seus ativos produtivos e administração de recursos. As soluções empresariais complexas que implantam as grandes empresas nem sempre se ajustam às empresas médias, sendo necessários sistemas de gestão desenhados especialmente para as pequenas e médias companhias, que sejam fáceis de usar, rapidamente implantados e que estejam ao alcance dos orçamentos das empresas de pequeno e médio porte em desenvolvimento.

A Estratégia Corporativa

A estratégia, em termos empresariais, compreende a definição de um plano de ação que permita atingir uma série de objetivos corporativos ou financeiros. Cada dia mais, companhias estão compreendendo o valor que representa o processamento de altos volumes de informações e a automação dos processos para estabelecer objetivos mais nítidos e, em consequência, elaborar estratégias melhor estruturadas. Com essa ideia clara, as empresas procuram ferramentas de gestão modernas e de excelente eficácia.

A Produtividade Operacional

O conceito de produtividade está diretamente relacionado ao aumento e diminuição do rendimento a partir da variação de qualquer um dos fatores que intervêm em um determinado processo de produção ou nas diversas etapas da cadeia de fornecimento. A produtividade é determinada pela relação entre os recursos empregados (insumos, capital, mão de obra, etc.) e o retorno obtido.

A Eficiência Operacional

Como a produtividade, a eficiência é determinada pela relação dos produtos empregados e os resultados obtidos com eles. Mais especificamente, é definida pelo grau de aproveitamento dos ativos produtivos utilizados para alcançar os objetivos estabelecidos na estratégia, sendo o maior aproveitamento aquele que atinge os objetivos consumindo menos recursos, isto é, a excelência na gestão dos ativos produtivos; consequentemente agregando valor para o acionista e ou investidor no negocio.

A eficiência nos processos, juntamente com a flexibilidade diante das mudanças, são fatores de relevante importância para o sucesso de uma corporação. É por isso que estas corporações procuram soluções empresariais que permitam maximizar sua produtividade, não gerando grandes despesas, processos demorados de implantação ou grandes equipes técnicas para assistência.

Estes conceitos de gestão e eficiência operacional são a principal carência das corporações da América Latina com algumas exceções, que possuem pouca competitividade em mercados globalizados como estamos vivenciando hoje. 

Jorge

Jorge L. Videira
Diretor Comercial Pragma